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Notícias
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ASSOCIAÇÃO
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GUARANI
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PORÃ
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Diretoria da associação é tem
mandato prorrogado até 2009
A atual
diretoria da associação da aldeia krukutu teve seu mandato mantido até
maio de 2009 quando ocorrerão
novas eleições...
Olívio Jekupé -
Presidente
Nelson Karai Mirim - Vice Presidente
Luiz Carlos Karai Rodrigues - Secretário
José Karai Pires de Lima -
Tesoureiro
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Guaranis lançam
livros em prol da cultura indígena
Os livros são partes da manifestação cultural que abrange
palestras e cursos, apresentando histórias com temas extremamente
conscientes.
Divulgação
Para todas as idades, os livros abordam questões
ambientais em busca da preservação da cultura Guarani e da natureza,
através de contos e poesias para crianças, jovens e adultos. Há seis anos
residindo na aldeia Krukutu, em São Paulo (SP), o escritor Olívio Jekupé
que está no seu sétimo livro, engaja também a sua filha Kerexu Mirim, de
nove anos, que já escreveu "A Índia Voadora".
Nele, a história de seu sonho, que era andar de avião, é
relatada evidenciando os desejos da criança. Como produção independente,
o livro pode ser comprado na aldeia onde reside ou através dos eventos
que seu pai participa, ministrando palestras e cursos.
O infanto-juvenil "Saci Verdadeiro'
(R$ 12,00)
que conta a estória de um menino com duas pernas, protetor da natureza e
animais, que não é mau, nem bagunceiro, diferentemente do popularmente
conhecido; e o "Iarandu, o cão falante" (R$ 16,00), que conta a
estória de um garoto indígena que ganhou um cachorro conhecedor da língua
do homem (ideal para 4º série em diante) são uns dos destaques do seu pai
Olívio Jekupé.
Com apenas nove anos, Kerexu Mirim
escreveu seu primeiro livro.
Atuante, ele realiza palestras onde for convidado,
divulgando a cultura guarani e relatando os problemas enfrentados, como o
"500 Anos de Angustia", que expõe desabafos em forma de
poesias. "São poesias que falam de nós, dos problemas com a saúde,
questão de educação escolar, direitos à escola nas aldeias, problema da
terra, massacre e estupro de índias", comenta.
O "Arandu Ymanguaré" (R$ 15,00), que contar
histórias guaranis e ainda traz uma pequena entrevista com o autor; o
"Contador de História" (R$ 25,00), que apresenta um menino com
grande sabedoria que conta histórias a todos na aldeia,
impressionando-os; e o "Xerekó Arandu a morte de Kretã" (R$
14,00), que relata a história de um jovem que ao ficar sabendo da morte
de um lider indígena fica impressionado, e senti a necessidade de
divulgar a história do grande líder que morreu por defender seu povo, são
outras nobres obras do autor que podem ser encontradas nas
livrarias.
O "Leopolis Inesquecível", que apresenta poesias
em homenagens aos amigos brancos que o autor conheceu nesta cidade, não
está mais à venda.
Aldeia Krukutu
A aldeia Krukutu com aproximadamente 40 anos de
existência mantém 180 índios, entre eles: crianças, jovens e bebês que,
contando com o ensino de uma escola estadual e o CECI (Centro de
Cultura Indígena), criado
pelo ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, mantém seu meio de renda
através do artesanato.
Apoios e Contribuições
Conta Corrente: Banco do Brasil
Agência 3561-0/ Conta n.º 014.673-0
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Calendário
de Atividades 2008
Associação Nhe 'ê Porã é contemplada com
financiamento do VAI da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
“NUNCA
ASSUSTE UMA CRIANÇA”
Curta metragem que tem como base
o livro “Verá o contador de histórias” de Olívio Jekupé.
Na história, Verá Mirim um curumim da
aldeia conta como nasceu o ditado guarani: Nunca assuste uma criança.
Um curta-metragem filmado por índios e com uma noção de
tempo e espaço muito pertinente à tradição guarani, pois toda a produção,
da filmagem até a edição é realizada por integrantes da aldeia. Esse não
é um projeto audiovisual onde o arrojo de planos ou técnicas
cinematográficas seja o mais importante. Mas sim a construção junto à
comunidade da idéia do que é mais eficiente para produção do filme.

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Lançado o projeto Arandu Porã na aldeia Krukutu
13-Ago-2007
Na última
sexta-feira, dia 10/08, uma equipe de aproximadamente 20 pessoas
envolvidas no projeto Arandu Porã de preservação e recuperação de
nascentes da área ocupada pela aldeia indígena Guarani Mbyá, às margens
da represa Billings, em São Paulo, esteve na aldeia Krukutu para o
lançamento oficial do projeto coordenado por professores da Universidade
São Marcos, com apoio do Instituto São Marcos de Cidadania Global.
Para a
professora de Ecologia e Biologia Geral da São Marcos, Marta Marcondes,
uma das coordenadoras do projeto, o Arandu Porã tem como objetivo
promover a preservação e recuperação da área ocupada pela aldeia, como
forma de melhorar sua sustentabilidade, além de implantar um Centro de
Referência Guarani para Educação Ambiental em Áreas de Mata Atlântica,
visando a difusão da cultura indígena e a preservação das áreas de mananciais.
"Recuperando, mantendo e preservando as nascentes da aldeia, estamos
ajudando muita gente, porque a represa abastece grande parte da cidade de
São Paulo", disse a professora.
Além dela,
outros professores da São Marcos que coordenam o projeto são: Marília
Godoi (Antropologia e Sociologia); Dagmar Roveratti (Biologia, área de
Botânica) e Luciano Polaquini (Zootecnia, área de marketing e
planejamento). "Nós acreditamos na importância da preservação e
manutenção das áreas da aldeia", completou Marta Marcondes.
Ações
De acordo com
Marta Marcondes, entre as ações programadas para a realização do projeto
estão: efetuar o levantamento e mapeamento das nascentes da aldeia
Krukutu; diagnosticar a situação atual das margens da represa Billings, que
se mantém na área de influência da aldeia; realizar um estudo das
espécies nativas que poderão ser utilizadas para a recuperação das áreas
citadas; construir viveiros que possibilitem a produção de mudas destas
espécies para plantio no local; criar meios de subsistência e de
desenvolvimento sustentável, apoiados nas tradições da identidade
indígena; criar uma dinâmica cultural entre as aldeias guarani, tendo
como foco os recursos hídricos e a recuperação das áreas degradadas;
criar um espaço de convívio e valorização da mata atlântica, por meio da
educação ambiental que se expresse pela participação e convívio
intercultural entre indígenas e não indígenas; dar continuidade a uma
política contrária ao corte e coleta de essências nativas de mata
atlântica para fins de venda; e planejar e produzir material pedagógico
que atenda aos grupos indígenas.
Evento
Estiveram
presentes na solenidade representantes da Petrobrás Ambiental
(patrocinadora do projeto), da Secretaria do Estado do Meio Ambiente, da
Secretaria do Verde, da Secretaria da Cultura, da Guarda Ambiental, da
Secretaria da Educação e da Subprefeitura do Riacho Grande, entre outros
convidados.
Também estavam
presentes na cerimônia o Cacique Manuel, representante da aldeia, e
Robson Miguel, 1º Cacique Cafuzo, e sua esposa índia Tikuna We'e'ena.
Robson, que é músico, cantou o Hino Nacional do Brasil em guarani.
"O sucesso
desse projeto é sucesso para a Petrobrás e para todos que serão atingidos
pelos resultados do trabalho", disse a gestora da Petrobrás
Ambiental, Ana Balogh. "É muito bom ver que hoje em dia ainda
existem pessoas preocupadas com a preservação das riquezas
naturais", completou Rachel Azzari, representante da secretaria do
Estado do Meio Ambiente.
Após a
solenidade, os visitantes participaram de um almoço preparado pelos
indígenas, com o auxílio dos voluntários da equipe da São Marcos, onde
foram servidos frutas e alimentos típicos, como batata doce e mandioca.

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MBARAVIJA MBARAVIJA

Livros produzidos pela associação em 2007:
”Mbaravija I” e “Mbaravija II” finalizados
com recursos do MEC, através do Convênio 086/2006, respectivamente para
apoio pedagógico dos alunos das escolas indígenas na pré-escola de 1ª a 4ª série do ensino
fundamental.

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Atividades 2007
Associação
Nhe 'ê Porã é contemplada com financiamento do VAI da Secretaria
Municipal de Cultura de São Paulo.
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Apresentação
CEDECA-Interlagos
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Palestra Marcos
Tupã CEDECA-Interlagos
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Apresentação
Centro de Cidadania da Mulher
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Apresentação Circo escola Grajaú
Apresentação Associação Servus Palestra
Luiz Carlos karai

Apresentação CEA Garça Branca
Palestra Manoel Wera

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